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domingo, 6 de dezembro de 2015

SONHANDO EM FAMÍLIA: moldando realizações sob bases reais

        
                                                                                                                      

                                                                                                                   Por Zilanda Souza


2015 está indo embora, mais  alguns dias e ele se foi. Nada do que foi feito poderá ser mudado. Acabou. 

O prelúdio de um novo ano é sempre inspirador, o clima do Natal renova as esperanças, ficamos mais bonzinhos, compramos presentes, os filhos entram de férias, viagem programada, enfim, um conto de fadas! É sempre assim! 

Alguns fazem promessas, metas e estabelecem novas formas para conduzir a vida, a família. Nada de errado até aqui. A questão é que nessa nuvem sentimental do chamado "novo ano", pouco se pode construir de mudanças e novas perspectivas. Mudar, transformar é complexo e exige muito mais do que um clima de novidade! É preciso enfrentamento!

Entrar no novo com consciência, exige vasculhar o velho. É preciso captar os sentimentos, as ações, os fracassos e as conquistas do ano anterior. Experimente sentar em família e pedir que cada um escreva sobre sentimentos, ações, fracassos e conquistas do ano de 2015. Experimente conversar sobre os incômodos desse ano, suas causas, fale sobre a rotina vivida, conversem sobre as conquistas, busquem as alegrias, encontrem motivos para agradecer por 2015! Mas sejam honestos com os dados coletados, 2016 dependerá deles!

Diante da realidade vivida, fica mais claro traçar um caminho de futuro. Sonhos são moldados sob bases reais. 



Então proponha que todos falem dos seus sonhos e dos passos que precisarão dar para realizar. Só faz sentido sonhar se houver desejo de realizar. Realizações envolvem mobilização de tempo e dinheiro. É uma convocação de disciplina, de perspectiva de futuro. Crianças e adolescentes tendem a ter dificuldade de pensar a longo prazo. Essa dinâmica irá ajudá-los a começar a se organizarem para daqui a 6 meses, a 10, 12 meses.    

Para nossas realizações, o que deve sair  da nossa rotina? O que deve entrar em nossa rotina? Que estratégia  adotaremos para guardar dinheiro? Um cofrinho ou uma conta no banco? 
Vale utilizar desenho, agenda, tabelas e gráficos. Quanto mais recursos visuais para organizar e estabelecer as ações, melhor!

Se como família nós conseguirmos fazer essa transição prática do ano vivido para o ano esperado, então estaremos no caminho da mudança, da transformação e cada vez mais longe de ilusões, ideias vagas que nada constroem. Também nos livraremos das lamúrias e reclamações que jamais resolveram os problemas ou nos levaram a um novo lugar. 

Aqui em casa sonhamos com algumas mudanças. Não poderemos viver 2016 como vivemos 2015. Queremos um pouquinho mais. Então decidimos  fazer essa reunião e nós estamos com muitas expectativas de que conseguiremos construir em família e caminhar para a realização dos nossos próximos sonhos. 


Vamos lá, arranje um tempinho e faça com sua família também!


Vamos encarar 2016 de frente, olho no olho, sem ilusões! Vamos construir em família!
Beijão!


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